Se eu não podia culpar Dragão Vermelho por não me sentir muito preso ao filme além das cenas em que Hannibal aparecia, em Hannibal, filme dirigido por Ridley Scott, eu posso mais que culpar. Nem mesmo o personagem título empolga.

O que é estranho. Scott é um baita diretor (dirigiu “só” as minhas duas ficçõescientíficas favoritas e um dos road movies mais empolgantes). Ele tem um senso de estética incrível, e em Hannibal ele usa essa técnica com uma estranheza gigante. O resultado é um softgore chato que só consigo superar quando Julianne Moore (que é excelente mesmo se for fazer um pavão no cio) está em cena.

O resto é completamente dispensável. O filme em si, pra falar a verdade.

  • Prós: Julianne Moore. Não é a atuação da vida dela, mas é o melhor do filme.
  • Contras: o resto.
  • Veredicto: Hannibal, o filme, tem um personagem excelente e um diretor excelente. O que aconteceu? Eu não sei. Parece que quiseram investir na crueldade do protagonista e se perderam lindamente no caminho.

Hanninal (2001). Estados Unidos, Reino Unido. Dirigido por Ridley Scott; escrito por David Mamet, Steven Zaillian, Thomas Harris; fotografado por John Mathieson; editado por Pietro Scalia; trilha-sonora composta por Hans Zimmer; com Anthony Hopkins, Julianne Moore, Gary Oldman, Ray Liotta, Giancarlo Giannini.

Publicado por Arthur

Eu faço sites e vejo filmes.

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